Fitoon Assi deixou a Síria por conta da guerra civil e solicitou refúgio em terras brasileiras.
Em sua chegada ao Brasil passou muitas dificuldades por conta das diferenças culturais e, principalmente, da língua. Hoje já está adaptada à cidade de São Paulo, tem um emprego, amigas e suas filhas estão no colégio. Aos poucos a vida vai se ajeitando.

A técnica de laboratório – por formação – está trabalhando no Brasil com a confecção de artesanato sírio. Com a ajuda do Instituto ADUS, vem conseguindo espaço em locais para exposição das suas peças, atualmente, sua única fonte de lucro.

Conheça um pouco de sua história por intermédio desta entrevista realizada pelo jornalista e documentarista Júnior Castro.

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